Thought leadership

Especialista do Google responde a perguntas frequentes sobre a metodologia de Growth para startups

Growth Talks Por Antoine Curti, Account Strategist do Google

A Drafteam foi uma das startups que participou do Programa de Residência do Google for Startups. O produto era um fantasy game, ou seja, um jogo online no qual os usuários escalavam times virtuais de algum esporte, usando jogadores profissionais reais. Em poucos meses, já eram mais de 360 mil times escalados, que competiam com base no desempenho estatístico dos jogadores em partidas reais. Mas, assim como muitas empresas, o modelo de negócio não se provou sustentável e a startup encerrou suas atividades em 2018.

Antoine Curti, um dos fundadores, que já tinha passado pela fintech Blu365 como Head de Marketing e Growth, atualmente é Account Strategist no Google, com foco em performance, e professor de Growth na Tera, startup de educação que também fez parte do Programa de Residência.

Growth hacking ou Growth marketing?

Quando a cultura de growth surgiu dentro das startups, era comum que fosse uma área liderada por algum profissional de marketing com maior aptidão técnica em relação às habilidades digitais e, assim, capaz de implementar testes com velocidade e conquistar resultados fora da curva. Por isso, os conceitos de hackear, modificar e adaptar ficaram ligados à área. No entanto, hoje sabemos que growth é mais sobre a metodologia de trabalho, como integrar diferentes áreas e estabelecer um processo que dê autonomia para o time entender os usuários, usando dados, e validar hipóteses para alcançar objetivos de negócio.

No vídeo acima, Antoine fala sobre algumas dúvidas frequentes de growth e quais habilidades normalmente são necessárias em times que trabalham com foco em crescimento, além de dividir algumas dicas para quem está começando a estruturar essa área.

Para finalizar, mais algumas dicas: é sempre bom ficar de olho nos grandes profissionais de cada área, para saber o que está sendo feito em diferentes startups e empresas ao redor do mundo. Como referências, Antoine indica acompanhar Andy Johns, Brian Balfour e Gustaf Alstromer. Independente do quanto você já conheça sobre o assunto, sempre vale a pena realizar benchmarks periódicos com outras startups: tente se conectar com profissionais brasileiros que trabalham na área e troque experiências sobre o que tem funcionado ou não.

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